Márcio Victor faz arrastão na Engenho Velho de Brotas, nesta sexta-feira (29)

“Durante um ano inteiro as pessoas pagavam um carnê que possibilitava montar a estrutura e até mesmo o ônibus que levava os músicos de bairro em bairro”, conta Márcio. Ele lembra que, na época, era comum os comerciantes dos bairros patrocinarem a farra. “Como os sambas juninos sempre foram muito populares, feitos por uma classe trabalhadora, havia ainda grupos que se especializavam em fazer sambas de protesto”, completa.

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